Nunca me contentei com respostas fáceis. Sempre me interessei mais pelas perguntas mal resolvidas, aquelas que incomodam, desorganizam e obrigam a gente a pensar de verdade. Minha trajetória passa pela mística, pela filosofia, pela psicologia simbólica, pela psicanalise e pela contracultura brasileira, que funciona como fio condutor de muitas reflexões que faço sobre liberdade, consciência e o jogo da vida.
Vivo o espiritual não como fuga do mundo, mas como ferramenta para compreendê-lo melhor. Acredito que o verdadeiro caminho é interno, silencioso e muitas vezes solitário, mas não estéril. Ele se manifesta no cotidiano, nas relações, nos conflitos e até nos botecos da existência. Escrever, para mim, é uma forma de organizar o caos, lapidar ideias e dar nome a sensações que muita gente sente, mas nem sempre consegue expressar.
O Boteco do Seixas nasce desse espírito: um espaço onde mística e vida comum se sentam à mesma mesa. Aqui não há promessa de iluminação, nem verdades absolutas. Há música, símbolos, ironia, reflexão e, acima de tudo, humanidade. Se algum texto fizer você pensar diferente, discordar, rir ou se inquietar, então o encontro já valeu a pena.
O ouro nao ligou quando descrobriu que o ferro queria brilhar!
Sou um curioso incurável. Caminho entre a filosofia, a mística, a música e a vida comum, tentando entender o que existe por trás das palavras, dos símbolos e das canções. No Boteco do Seixas, escrevo para quem desconfia das verdades prontas, gosta de boas perguntas e acredita que pensar também pode ser um ato de liberdade. Aqui não ensino caminhos, compartilho inquietações.
Onde a contracultura senta, pensa e pede mais uma.
Pensamento livre, música alta e perguntas melhores que respostas.
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